segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E O BARQUINHO SEMPRE VAI





Todo abismo é navegável a barquinhos de papel.



Hoje me esparramei em "Tutaméia", de J. G. Rosa, de onde tirei a frase acima (do conto Desenredo). São 40 narrativas e 4 prefácios. Um livro que pede mais de uma leitura, a respeitar-se a epígrafe de Schopenhauer, cravada acima do sumário pelo autor. "Tutaméia", considerado um livro dificilímo, é um mundo de maravilhas, repleto de estrelas a sondar, rio de pescaria profunda, "painel de doces mistérios", citando-me.


Imagem: Bol Imagens

Um comentário:

  1. E eu prefiro navegar nesses barquinhos, os de papel. Bjs, amorzinho.

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